28 outubro 2013

No Azul do Vinho

Olá Meninas!!!

Peço desculpas, por não ter postado, por uma semana, estou trabalhando um pouco a mais, vou fazer o possível, para postar todos os dias.
Agradeço as visitas.

Continuando....

                                          No Azul do Vinho

                                            Capítulo 15

Começaram a apresentação para a premiação.
No momento em que Bruno subiu e pegou seu troféu, olhou para ela de uma maneira que nenhum outro homem a tinha olhado, ela estremeceu.
Ele desceu do palco e foi em sua direção, ela ficou sem jeito e ele a convidou para dançar, e ela concordou.
Parecia que estava no ar, não sentia seus pés no chão, era tão tranquilo estar nos braços de Bruno, que ela ficou extasiada, se sentia tão protegida, como jamais havia se sentido. E ele foi levando-a dançando até a varanda, onde podiam se deliciar com a brisa perfumada das uvas, dos ciprestes, era um momento único estar ali.
Ele a parou e colocou sua mão em sua nunca e a trouxe para um beijo, que a deixou encantada. Um olhou para o outro e se abraçaram, e só com o olhar sabiam que estavam ligados desde o primeiro instante em que se viram algo aconteceu.
Quando se viraram para entrar, deram de encontro com sr. Germano, sr. Giuseppe, sr. Genaro e famílias, todos rindo por verem os dois juntos.
Ele se ofereceu para levá-la, mas ela disse que não, pois o carro do Castelo di Vicarello a esperava.
Ele saiu meio correndo atrás do carro e acenou pra ela e recebeu o aceno de volta de Phina. 


                                       Capítulo 16

Phina acordou, nem acreditando na noite anterior, começou a rir e pular na cama, como uma criança de tão feliz que estava.
Aquele homem a deixou viva novamente, todos os sentimentos que estavam adormecidos, agora estavam aflorados.
O telefone tocou e a tirou de seus pensamentos, ela atendeu, era da recepção, dizendo que Bruno a esperava par o café da manhã. Phina disse que já estava descendo, se vestiu rapidamente, estava muito feliz.
Desceu e foi avisada que Bruno a esperava ao lado da piscina para o café, ela agradeceu e foi.
Quando estava se aproximando, Bruno levantou e foi ao seu encontro, a segurou com suas mãos em seus braços, quase a levantou de tão forte e a beijou.
Puxou a cadeira para ela, Phina estava na nuvens, tomaram o café, riram muito e ele a convidou para dar uma volta, e Phina concordou.
E quando ela entrava no carro de Bruno, a recepcionista ia chamá-la, pois alguém do Brasil, ligou para ela, mas não deu tempo, e ela avisou a pessoa que Phina já tinha saído.
Bruno a levou aos parreirais do Castello Banfi em Montalcino, pois hoje era dia de colheita e eles poderiam colher as uvas, se juntaram com alguns hospedes que já estavam colhendo, Phina amou fazer aquilo, nunca tinha colhido uvas antes, e Bruno viu o quanto ela era especial, pois se deliciava com gestos simples, amava estar neste meio rural, apesar de ser tão urbana.
Os funcionários do Banfi os esperavam com uma mesa farta, com sucos, frutas, croissant, embaixo das arvores, eles se lavaram e foram comer, riam muito.

Continuamos...

Abraços e até mais...  

2 comentários:

  1. Parabéns Sil, pelo livro e seu conteudo!
    Com calma, vou estar acompanhando essa obra.
    Xerocas carinhosas e muita paz!

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    Respostas
    1. Obrigada Go, depois me diga o que achou, ok?
      Abraços e bjos

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Seu recadinho é muito importante.
E muito obrigada pela sua visita!!!
Silmara