23 janeiro 2014

No Azul do Vinho

Olá Meninas!!
Como passaram as Festas, espero que muito bem!
Vou colocar esta descrição antes das postagens, pois algumas amigas estão me perguntando, de que livro estou tirando as postagens rs, e sou mesma que escrevo, se tivesse tirando ou me inspirando em algum livro, colocaria aqui com certeza, como sempre faço em minhas postagens. 
Como vocês sabem amo escrever, e há algum tempo estou com muita vontade de escrever um romance, e eis que comecei, e gostaria de saber a opinião de vocês nos comentários, ok?Vou postar dois capítulos por dia.Não sou escritora, nem sei se este escrito pode ser chamado de livro, de um romance, mas para mim é uma obra rsrs, e me faz muito bem expressar estas estórias e quero compartilhar com vocês.

Continuando...
                                               No Azul do Vinho

                                                 Capítulo 35

Quando chegaram na fazenda, Bruno a abraçou e levou-a para dentro, foram até a cozinha, e ele preparou um chá de camomila para ela.
Ela sentou-se, e ficou feliz, pois Bruno estava cuidando dela, até então os dois ficaram em silencio, ele serviu o chá e disse ele com tristeza:
- Me perdoe Phina, você está bem, nunca pensei que Julie fosse capaz desta atitude, nem sei o que te falar.
- Você não tem culpa, ela estava alterada, falou Phina calmamente, estou bem e você?
- Sim, só me preocupei com você naquele momento, vamos para a sala, esta frio, disse ele bem carinhoso.
Phina estava congelada, Bruno pegou uma manta e a cobriu e sentou-se ao seu lado e a abraçou para aquecê-la, e nesse momento os pais de Bruno chegaram e sr. Joaquim perguntou: -Tudo bem Phina? Nos desculpe, o que você está pensando de nós, não sei o que deu nesta moça?
Phina o interrompeu: - Não se preocupem, vocês não tem culpa e nem ela, estava alterada, não sabia nem o que estava fazendo.
- Venha Phina, vou levá-la ao seu quarto, chamou-a dna. Maria Clara, você deve estar cansada.

                                                   Capítulo 36

Phina acordou, levantou-se e foi até a cozinha, onde ouviu barulho e encontrou dna. Maria Clara e outra senhora preparando o café.
- Bom dia! disse Phina.
- Bom dia minha querida, e dna. Maria Clara foi ao encontro dela e a abraçou, dormiu bem? Esta é Lucia, ela nos ajuda aqui em casa.
E Phina foi até ela e a cumprimentou e respondeu à dna. Maria Clara: - Dormi muito bem, vocês precisam de ajuda?
- Não, não sente-se já está tudo pronto, disse dna. Maria Clara.
- Bom dia, disse sr. Joaquim seguido por Bruno, que também disse: - Bom dia, você esta bem Phina, e veio até ela a beijou na testa, ficou bem com o agasalho da mamãe. Os pais de Bruno se olharam, mas não disseram nada.
- Obrigada, disse Phina meio com vergonha e rindo, estou muito bem, só não queria incomodá-los.
- Vamos tomar café, falou dna. Maria Clara, foi um prazer tê-la aqui.
- Sim, é verdade Phina, estamos felizes por você estar aqui, disse sr. Joaquim.
Terminaram o café e Phina falou: - Bruno seria possível me levar ao hotel, tenho que ir ao aeroporto o meu voo saí as 12:00 hrs, e é um pouco longe, e riu.
- Claro, papai vou com seu carro, vou levá-la até Bento Gonçalves, se pegar um táxi, não vai dar tempo, disse Bruno.
- Sim filho, mas vão devagar, ok?
- Não é necessário, tenho que passar no hotel trocar de roupa, não se preocupem, até Monte Belo, está ótimo.
- Vou levá-la até Bento Gonçalves, e não se fala mais nisso, falou Bruno.
Pegaram a estrada, e foram conversando e rindo e até fizeram planos, chegaram ao hotel, ela se trocou fechou a conta do hotel e seguiram para o aeroporto.
Gostaria muito de conhecer a dna Antonieta, mas estamos sem tempo, quando voltar aqui, quero visitá-la.

Continua...

Abraços e até mais....  

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu recadinho é muito importante.
E muito obrigada pela sua visita!!!
Silmara