23 janeiro 2014

No Azul do Vinho

Olá Meninas!!
Vou colocar esta descrição antes das postagens, pois algumas amigas estão me perguntando, de que livro estou tirando as postagens rs, e sou mesma que escrevo, se tivesse tirando ou me inspirando em algum livro, colocaria aqui com certeza, como sempre faço em minhas postagens. 
Como vocês sabem amo escrever, e há algum tempo estou com muita vontade de escrever um romance, e eis que comecei, e gostaria de saber a opinião de vocês nos comentários, ok?
Vou postar dois capítulos por dia.
Não sou escritora, nem sei se este escrito pode ser chamado de livro, de um romance, mas para mim é uma obra rsrs, e me faz muito bem expressar estas estórias e quero compartilhar com vocês.

Continuando...
                                          No azul do Vinho

                                             Capítulo 37

Chegaram ao aeroporto em cima da hora de embarcar, eles se despediram com muito carinho e ela o convidou para ele ir à São Paulo, ele disse que iria o mais breve possível e deram um longo beijo.
Phina chegando em São Paulo, foi primeiro até sua casa, queria tomar um banho e relaxar um pouco. Quando abriu a porta, ficou em choque, achou que estava em uma floricultura, a casa estava cheia de flores, principalmente orquídeas, que eram suas favoritas.
- Nona?, chamou Phina quase desesperada, o que é isso?
Se cumprimentaram e Nona disse: - Estão chegando de hora em hora, já nem sei o que faço com tantas flores.
- Mas quem as enviou, tem algum cartão?, perguntou Phina.
- Sim, olha quantos, disse Nona. Phina pegou os cartões, todos eram declarações de amor, mas não tinham nome.
Phina pediu que Nona chamasse o jardineiro e levasse para fora aquelas plantas, nem sabia de quem era? E disse a Nona:- Não receba mais nenhuma, devolva ao entregador.
Phina foi ao seu quarto, para tomar seu banho relaxante. 
Enquanto estava na banheira, ficou pensando, quem poderia fazer tal coisa?
Tinha decidido que não iria ao escritório, mas resolveu ir para ver o andamento de tudo.
Quando chegou na entrada do prédio, não acreditou no que viu, flores e mais flores.
Quando chegou nas salas, perguntou: - Alguém pode me explicar o que é isso?, apontando para as flores.
E Cris veio ao seu encontro, rindo dizendo: - São suas! Alguém está enviando de hora em hora, olha os cartões.
E Phina pegou e foi olhar rapidamente, para conferir com os de sua casa, e eram os mesmos, e sem nome.
- Tudo bem, falou Phina, peça ao jardineiro para tirar tudo daqui, e não recebem mais nenhuma, devolva ao entregador, ligue para a floricultura e veja se descobre quem esta fazendo isso, minha casa também estava cheia de flores, chame a polícia Cris.
- Phina, porque a polícia?, perguntou Cris.
- Deve ser algum louco e tenho que me proteger, disse Phina preocupada.

                                              Capítulo 38

- Phina, este é o investigador sr. Carlos, Cris os apresentou.
Phina lhe explicou tudo, e concordou que ela ficasse apreensiva, era uma situação diferente, ele disse a ela que pedisse mais seguranças em sua casa, assim ela ficaria mais tranquila.
Phina fez o que sr. Carlos sugeriu, e chegando em casa ligou para Bruno, ele já tinha ligado para ela, mas estava ocupada resolvendo a situação e queria ter tempo, para lhe explicar com calma.
Ele ficou preocupado com Phina, mas ela o acalmou, dizendo que estava com dez seguranças em toda sua casa e ela mora em condomínio, que é bem seguro, e Bruno se acalmou e disse a ela que era para avisá-lo de qualquer coisa.
No outro dia, quando chegou ao escritório, Cris foi ao seu encontro, dizendo: - Você não vai acreditar quem está enviando estas flores?
E Phina disse: - Fala logo. - O Pedro. -O que? disse Phina furiosa, não acredito, ligue para o sr. Emílio e peça a ele que venha até aqui no escritório o mais rápido possível.
Sr. Emílio chegou rápido, estava apreensivo, não sabia do que se tratava, mas se Phina o chamou com urgência, era algo preocupante.
E os dois se reuniram as portas fechadas no escritório de Phina e ficaram por horas conversando.
Quando sr. Emílio saiu, estava cabisbaixo, triste, e pedindo desculpas a Phina.
E os dias se seguiram normalmente, sem nada de extraordinário acontecendo. Phina falava todos os dias com Bruno de três a quatro vezes no dia.
E ela cobrando a visita de Bruno à São Paulo, em todas as ligações, afinal já faziam dois meses desde sua visita ao Sul.
Phina ligou para Bruno na hora do almoço, como sempre fazia todos os dias, mas aquele dia não foi Bruno quem atendeu o celular, mas uma voz de mulher respondeu, e quando Phina ouviu, conheceu imediatamente aquela voz, era Julie, mas porque ela atendeu o celular de Bruno?
Phina fez uma voz diferente e colocou a blusa para falar e disse: - Por favor sr. Bruno? e a pessoa do outro lado respondeu: - Ele está ocupado, quem gostaria de falar com ele?
E Phina continuando com seu disfarce, falou: - Com quem falo? Preciso falar com sr. Bruno.
E a pessoa do outro lado disse: - É Julie, a noiva dele, ele está concertando um barril de vinho, pode deixar o recado comigo passo para ele.

Continua...

Abraços e até mais...

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