27 fevereiro 2014

No Azul do Vinho

Olá Meninas!!

Estou colocando esta descrição antes das postagens, pois algumas amigas estão me perguntando, de que livro estou tirando as postagens rs, e sou mesma que escrevo, se tivesse tirando ou me inspirando em algum livro, colocaria aqui com certeza, como sempre faço em minhas postagens. 
Como vocês sabem amo escrever, e há algum tempo estou com muita vontade de escrever um romance, e eis que comecei, e gostaria de saber a opinião de vocês nos comentários, ok?
Vou postar dois capítulos por dia, dentro do possível rsrs.
Não sou escritora, nem sei se este escrito pode ser chamado de livro, de um romance, mas para mim é uma obra rsrs, e me faz muito bem expressar estas estórias e quero compartilhar com vocês.

Continuando...
                                            No azul do Vinho

                                               Capítulo 47

Phina ficou na fazenda do sr. Giuseppe por alguns dias em repouso como o médico recomendou , sendo paparicada por todos, acompanhada por Bruno e sua mãe, pois o sr. Giuseppe e dna. Flora insistiram, para que assim fosse. A colheita seguiu e na hora do almoço todos se reuniam debaixo da frondosa arvore, como de costume.
Phina recebeu alta médica, e resolveram voltar ao Brasil, para prosseguirem com os preparativos para o noivado e casamento. Ainda não tinham decidido se o casamento iria ser no Brasil ou na Itália.
Phina seguiu para São Paulo, acompanhada por dna. Maria Clara, Phina pediu que ela passasse alguns dias com ela, para decidirem os preparativos do casamento, e Bruno foi para o Sul.
- Nona, Nona, chegou Phina chamando-a toda feliz, quero te apresentar uma pessoa.
E Nona apareceu: - Calma menina, porquê está tão agitada?
- Esta é a mãe do Bruno, dna Maria Clara, ela vai passar alguns dias conosco, você arruma o quarto de hóspede para ela, apresentou-as Phina, e as duas se cumprimentaram.
- Esperava que fosse ele, riu Nona, e não a mãe dele, e todas riram.
- Como você não me avisou que iria trazer visitas, coloquei só nossos lugares na mesa, a senhora quer tomar um banho ou se trocar, vou levá-la ao seu quarto, falou Nona.
E almoçaram, contaram a Nona sobre o acidente de Phina, Nona ficou preocupada e brava porquê ninguém a tinha avisado, Phina disse que acharam melhor não, já que ela estava bem. Phina ligou para o escritório, para saber como estava tudo. E Cris disse que estava tudo bem, e perguntou se ela iria até lá, e ela respondeu que hoje não, e pediu que ela fosse ao jantar naquela noite em sua casa.
Phina pediu a Nona para convidar sua mãe, sua irmã e o marido, para que viessem jantar em sua casa naquela noite, e disse para que ela encomendasse o jantar. Phina marcou uma consulta com seu médico, pois ela tinha que fazer uma ressonância para ver se estava tudo bem.

                                         Capítulo 48

No jantar, Phina apresentou a mãe de Bruno, e todos perguntaram porque ele não estava ali, e ela disse que ele tinha que resolver um problema com os tonéis de vinho, mas no final de semana estaria junto deles.
- Bem reuni vocês aqui, porque vou me casar com Bruno, e vai ser rápido o tempo apenas de prepararmos tudo, vamos fazer o noivado e logo depois o casamento. E também tenho que lhes contar sobre um acidente que sofri na Itália, caí de uma escada, quando estava colhendo olivas, fiquei desacordada por horas, em observação por dias, mas está tudo bem, e já marquei uma consulta com dr. Marcio, antes que vocês comecem a falar, falou Phina tão rápido, para que ninguém tivesse tempo de interrompê-la.
- Como assim?, disse Catarina, como ninguém nos avisou?
Dna Julieta, mãe de Phina disse meio brava: - Não entendo você Phina, sai daqui pra ir à Itália colher olivas e ainda por cima quase morre, você estudou nos melhores Colégios, porque não segue o exemplo de sua irmã e se casa com um executivo bem sucedido, que tem muito mais a haver com você, do que um agricultor, que mora sei lá em que meio de mato.
- Chega mamãe, Phina a interrompe muito brava, peça desculpas a dna. Maria Clara, não aceito, você me ofender e ofender a mãe do meu futuro marido, com todo respeito, não me interessa sua opinião, sou bem crescida pra decidir minha vida, só o papai me entendia, ele nunca foi arrogante como você, nos desculpe dna Maria Clara, por fazê-la presenciar esta cena, e lagrimas desceram do rosto de Phina, pois lembrou-se de seu pai, que tinha falecido há alguns anos.
- Me desculpe Maria Clara, nem conheço o seu filho, mas Phina é urbana, da cidade, ama o trabalho dela, o escritório, ela não vai largar tudo, pra ir pro meio do mato, este casamento não vai dar certo, falou Julieta com toda arrogância que a acompanhava.
Nem jantaram direito, se despediram e foram embora.
- Phina minha filha, me desculpe, mas.. sua mãe não tem razão, será vocês vão conseguir conciliar o casamento com o trabalho, você aqui, ele lá no Sul, será que não é melhor pensarem bem, disse dna Maria Clara com todo carinho, para não ofender Phina.
- Se for necessário eu vendo o escritório aqui e vou pro Sul, a senhora sabe que eu amo a terra, minha mãe nem me conhece direito, quando eu era pequena eu e meu pai íamos passar uns dias em um sitio que ele comprou e ninguém sabia só nós dois, ele dizia a todos que ía me levar em um museu, Phina ri, em outro país e íamos ao sitio e ficávamos lá, plantando, colhendo, eu amava e ele também, eu mantenho o sitio até hoje, ele colocou no meu nome, pra ninguém soubesse, e além de tudo eu amo o Bruno e não vou deixá-lo, fique tranquila, e Phina a abraçou.

Continua...

Abraços e até mais...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu recadinho é muito importante.
E muito obrigada pela sua visita!!!
Silmara